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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Rede de combate ao racismo terá centro em Salvador




A Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, formada por entidades do poder público e da sociedade civil organizada da Bahia, terá um centro de referência, que funcionará na Avenida Sete de Setembro, no Prédio da Fundação Pedro Calmon, no Centro de Salvador. A unidade será composta por representantes de 20 entidades, que vão dar orientações às vítimas de racismo.

As denúncias serão ouvidas no local e encaminhadas às entidades e órgãos que operam no combate à discriminação racial no Estado, como delegacias, Ministério Público e órgãos federais. Uma das propostas da rede é estimular a produção acadêmica e a formação de agentes multiplicadores do conhecimento sobre legislação antirracista e anti-intolerância religiosa.

Além do fortalecimento das organizações da sociedade civil que prestam serviços de acompanhamento e atendimento às pessoas, a rede também busca promover a integração e compartilhamento de banco de dados das organizações articuladas para recebimento de denúncias, acompanhamento de casos e divulgação de informações sobre racismo e intolerância.

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que promove discussão sobre o combate ao racismo e a intolerância religiosa no sul da Bahia,  é uma das integrantes da rede, lançada na ultima segunda-feira, 18, durante solenidade na sede da na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. O governador Jaques Wagner, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, e o secretário de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Elias Sampaio, estavam presentes.

A Uesc promove os debates nos seus departamentos, principalmente Filosofia  e Ciências Jurídicas, por meio de atividades dos  Núcleos "Kàwé - Núcleo de Estudos Afro-Baianos Regionais" e "ICER - Identidade Cultural e Expressões Regionais", além de estudos nos projetos "Coisas do Gênero: Patrimônio e Cultura", "Grupo de Pesquisa Estudos do Atlântico e da Diáspora Africana" e "Interlocução entre Comunidades Indígenas e Afro-brasileiras".

Fonte: Portal A Tarde.