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Gente preta que faz: Renata Morais e a Lulu e Lili Acessórios - Identidade e autoestima para crianças e adolescentes pretas!

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A Lulu e Lili e uma marca destinada a crianças e adolescentes crespas e negras. Produzimos acessórios e camisetas para  exaltar a beleza de nossas crianças. Renata Morais A ideia nasceu junto com a minha filha mais velha. Sempre tive a necessidade de usar nela algo que mostrasse as suas  raízes , pois nunca me senti a vontade colocando nela bonecas loiras,brancas e de olhos azuis. A ideia foi crescendo,porem só tomou forma e se tornou uma empresa em maio de 2013,quando participamos do eventos das Meninas Black Power o " Encrespando". Nossa presença foi super comentada e sucesso total.neste dia pude perceber que, a necessidade não era só minha,e sim de muitas mães, madrinhas,tias etc... De lá para cá crescemos muito,hoje enviamos os nossos produtos para todo o Brasil,amaduremos e criamos uma linha para as mamães,a famosa "Faixa Turbante", que também pode ser usadas por crianças ou adolescentes. O nosso objetivo é ...

10 argumentos que provam que os antigos egípcios eram negros

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Por: Mpenzi Rocha (tradução) Ainda hoje, um número significativo da corrente tradicional de egiptólogos, antropólogos, historiadores e cineastas de Hollywood continuam a negar o papel dos povos africanos na primeira e maior civilização da humanidade no Egito antigo. Este branqueamento da história afeta negativamente negros e nossa imagem do mundo. Resta a necessidade vital de corrigir a desinformação das nossas realizações na antiguidade. Cheikh Anta Diop (1923-1986) dedicou sua vida a visões eurocêntricas e “árabe-centricas” cientificamente desafiadoras da cultura Africana pré-colonial, especificamente aquelas que sugeriram que a antiga civilização do Egito não teve suas origens na África Negra. Já que algumas pessoas continuam a ignorar as esmagadoras evidências que indicam que o Egito antigo foi construído, governado e habitado por povos africanos de pele escura,  o Atlanta Blackstar (e a Preta&Gorda ) vai destacar dez dos meios utilizados por ...

Três razões simples para a defesa das ações afirmativas

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INTRODUÇÃO O Supremo Tribunal Federal, em sua sessão do dia 25.04.2012, tem pautados para julgamento dois processos emblemáticos. O primeiro processo trata da ADPF nº 186, em que o Partido Democratas – DEM impugna os atos normativos que estabelecem o sistema de cotas raciais no ingresso na Universidade de Brasília. O segundo é o Recurso Extraordinário 597.285 questionando o acórdão do TRF da 4ª Região que julgou constitucional a ação afirmativa estabelecida pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, como meio de ingresso em seus cursos de nível superior. O debate sobre o sistema de cotas [1]  se estendeu no Supremo Tribunal Federal em razão do tema. Uma plêiade de amici curiæ buscou atuar nos autos, especialmente da ADPF 186. O Ministro Ricardo Lewandowski realizou audiência pública, quando puderam se manifestar os mais diversos setores da sociedade, em especial da academia e de grupos de defensores de Direitos Humanos. [2] A questão está posta....

Termo "educado" é mais associado a brancos do que negros

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Há quem diga que racismo é coisa do passado. Mas o fato é que os negros ainda carregam uma forte carga de preconceito, ainda que velado. Expressões como "o lado negro", para se referir a algo ruim, ou "inveja branca", indicando algo bom, são apenas alguns dos sinais dos estereótipos negativos que acompanham as pessoas de raça negra. E a pesquisa " When an 'Educated' Black Man Becomes Lighter in the Mind's Eye" - realizada por Avi Ben-Zeeve, Tara C. Dennehy, Robin I. Goodrich, Branden S. Kolarik, e Mark W. Geisler e publicada no site SAGE Open - mostrou como a cor da pele ainda está relacionada, para muita gente, com a inteligência da pessoa. Um grupo de 125 voluntários participou do estudo. Metade deles foi exposto à palavra "ignorante" e outra metade à palavra "educado". Em seguida, os pesquisadores mostraram a eles a foto de um homem negro, acompanhada de três rostos mais claros e três mais escuros, to...

Racismo: documentário aborda preconceito contra negras no Metal

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Um novo vídeo jornalístico da Global Television foca nos obstáculos encarados por mulheres negras que amam heavy metal. O minidocumentário concentra-se basicamente em duas pessoas – LAINA DAWES, uma fã de longa data de metal, fotógrafa especializada em rock e autora do livro ‘What Are You Doing Here?: A Black Woman’s Life And Liberation In Heavy Metal’ e MilitiA Voxx, uma vocalista de heavy metal de Nova Iorque. Ambas são grandes fãs de heavy metal, e as duas tem uma história fascinante para contar a partir de uma perspectiva que é extremamente sub-representada dentro de nossa cultura. Mulheres negras que curtem metal são poucas e isoladas, e algumas das histórias que tanto Laina como MilitiA tem para compartilhar são igualmente fascinantes, chocantes e profundamente emocionantes. Fonte: Racismo: documentário aborda preconceito contra negras no Metal http://whiplash.net/materias/news_819/196595-industriamusical.html#.UuZ5mrTJ3IU#ixzz2rc3ITS4t

Aplicativo te faz viver como vítimas de racismo na Austrália

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A vida de minorias não é fácil em nenhum lugar do mundo e muitos sofrem com perseguições e racismos, mesmo que sutis (as chamadas microagressions). Agora um aplicativo te coloca na pele de algumas dessas pessoas que vivem na Austrália. Everyday Racism foi criado pela empresa All Togheter Now e te coloca na pele de uma mulher muçulmana (Aisha), um estudante indiano (Vihann) e um homem aborígene (Patrick). O mais interessante é que cada um dos personagens contou com pessoas reais para relatar seus problemas. Aisha teve ajuda de Zubeda Raihman, Mariam Veiszadeth e Aisha Jabeen; Patrick de Blake Tatafu, Adam Hansen, Nat Heath, e Peter Dawson; e Vihann de Rahul Dhawan, Mridula Amin, e Tanvi Bedi. No início, você escolhe um dos personagens e terá de lidar com situações constrangedoras como comentários em um site de notícias ou um comentário racista de um amigo. O aplicativo é gratuito e pode ser encontrado para iOS e Android . Pop Tech

Adolescente confessa ser autor de anúncio que oferecia crianças negras a R$ 1, diz polícia

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Acusado de postar, no site MercadoLivre, um anúncio oferecendo crianças negras por R$ 1, um adolescente de 16 anos confessou o ato infracional, segundo a polícia, e vai responder por racismo. De acordo com o delegado titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio, Gilson Perdigão, o jovem assumiu ter publicado o anúncio ao ser ouvido nesta quarta-feira (15), na presença da mãe. A informação do delegado foi repassada ao R7 pela assessoria de comunicação da Polícia Civil do Estado. A reportagem não localizou defensores ou parentes do acusado. De acordo com a Polícia Civil do Rio, o adolescente vai responder por fato análogo ao artigo 20 da Lei 7.716 (Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional). O procedimento será encaminhado à Vara da Infância e da Juventude. Identificado  O adolescente havia sido identificado pelo site na sexta-feira (10). O Mercado...